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Edifício Novo Guilhermina

Fomos convidadas pelo síndico de um edifício em São Paulo para revitalizar as áreas comuns do prédio. O edifício tem um novo conceito de ser um Edifício Verde elaborado pelo mesmo e fizemos um projeto de Retrofit que servirá de exemplo em São Paulo.
Ele já tinha várias ideias para melhorias do sistema administrativo e melhor aproveitamento dos espaços do térreo com jardins, fazer um bosque com horta coletiva, aparelhos de ginásticas e brinquedos para as crianças, sistema de captação solar e uma cobertura com espaço para tomar sol e churrasqueira, e precisava de ajuda para setorizar e colocar tudo isso no papel.
Esse foi o resultado dessa primeira etapa, as pranchas estão exposta no condomínio para a provação dos moradores:

Prancha Identidade Visual 3
Gulhermina etapa 1 - prancha 1 - Plantas 02
Gulhermina etapa 1 - prancha 2 - Fachada 03
Gulhermina etapa 1 - prancha 3 - hall
Gulhermina etapa 1 - prancha 4 - serviços 04

Gulhermina etapa 1 - prancha 5 - futuro fase 2 02
Gulhermina etapa 1 - prancha 6 - futuro fase 3 02
Vejam as principais imagens do projeto em alta resolução:
Edifício Guilhermina - Isométrica - papel 02
Edifício Guilhermina - Cores verde degradê - papel R03
Edifício Novo Guilhermina - fachada dia - papel R04
Edifício Novo Guilhermina -bosque - papel
Edifício Novo Guilhermina - escaninho e painel - papel 02
Edifício Guilhermina - cobertura 1 - papel

Ao longo do processo do desenvolvimento do projeto, fizemos alguns estudos de como ficaria o Edifício.
Por se tratar de um condomínio sugerimos a realização de uma enquete entre os moradores para descobrir que tipos de espaços coletivos eles utilizariam. Desta forma conseguimos traçar o “perfil do cliente”.
Em um primeiro momento dividimos o projeto em cinco etapas:

ed guilhermona etapas
04 - Cópia (2)
Fase 01:
Na fachada trocamos as grades, trocamos todo o piso da calçada, alteramos o desenho do canteiro e mudamos a comunicação visual das lojas que ficam dentro da área do prédio.
Guilhermina 01-ok02 tela logo

Fase 02:
O hall social se limitava a um corredor aberto e uma pequena sala em frente ao elevador, que não era utilizada. Com a inserção de uma cobertura de vidro na lateral do prédio pudemos criar uma sala de convivência ampla, integrada e iluminada.
P1070066Foto hoje
Guilhermina 02ok 2 TELA LOGOpsd
Será implantado no prédio um sistema de portaria remota e para isso, fizemos um espaços com escaninhos de cada apartamento.
RENDER 07 - escaninhos

Fase 03:
A área da cobertura do prédio era utilizada apenas pelo zelador, como área de serviços. Para que o espaço pudesse ser aproveitado por todos criamos uma parede de elementos vazados ao redor da lavanderia, mantendo a privacidade e ventilação natural.
No corredor lateral criamos pequenas salas de estar com bancos e vasos.
guilhermina antes e depois 3

No final deste corredor chegamos a área da churrasqueira, deck e chuveirão.
Guilhermina 03ok

Fase 04:
Nesta etapa vai ser feita toda a pintura externa do edifício e garagem, além de uma rampa para um acesso da entrada de serviços.
RENDER 09 - rampa

Fase 05:
Na ultima etapa, nos fundos do terreno, no térreo, removemos a cobertura existente e criamos um salão rodeado por uma horta comunitária e redário.
SALÃO OK tela logo
Ao lado do canto da jardinagem criamos um redário mais isolado, para aqueles que preferem o silêncio. 🙂
Guilhermina 06 - logo alta qualidade

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Como escolher as portas e janelas da sua casa

Hoje vamos falar um pouco sobre os tipos de esquadrias, ou seja, portas e janelas. Aço, alumínio, madeira, PVC, são tantas opções de materiais e modelos que fica difícil na hora de escolher. Vamos falar um pouco os prós e contras e sobre o que devemos levar em consideração quando formos escolher os modelos.

Basicamente as esquadrias são responsáveis pela incidência de luz, controlar os ventos, o calor e o frio de nossa casa, além de nos proteger da chuva. Nosso objetivo é ter uma casa seca, ventilada e iluminada. Para isso, vamos considerar alguns pontos:

1. Conforto térmico:
As esquadrias são responsáveis principalmente pela temperatura da casa, por isso precisamos ter uma insolação controlada, ter incidência de sol é bom, mas ter muita, não. Para isso, não podemos exagerar nas aberturas da face norte da casa. Caso queira uma integração da área interna com a externa, como por exemplo, uma porta grande de vidro como na imagem  abaixo, verifique seu posicionamento e se necessário pense em proteções como persianas e brises.
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Projeto de Apiacás – Arquitetos e Brito Antunes Arquitetura

Outro fator importante é a direção dos ventos. Em São Paulo, a predominância dos ventos vêm do Sul e Sudeste. Com essa informação podemos posicionar as aberturas de forma que os ventos entrem, refresquem e saiam do ambiente, realizando uma ventilação cruzada, como nos desenhos a seguir.
Sem Título-1Imagem do site Fazfacil.com.br

Vale lembrar também que o tipo de revestimento que vamos escolher para a nossa fachada interfere na temperatura interna, pois existem materiais que absorvem mais e menos calor para dentro dos ambientes.

2. Conforto acústico:
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Ao projetar uma casa, é preciso saber quais são os locais de maior incidência de ruído, por exemplo, carros, pessoas passando na rua, crianças brincando, vizinhos barulhentos e animais domésticos. É o mais longe possível desses pontos que vamos posicionar os lugares de descanso da casa, como os quartos e salas de estudo.

As janelas precisam ser de boa qualidade, duráveis, e que tenham uma boa vedação. Lembrando que quanto mais espessos forem os vidros, mais proteção nos proporcionará.

Forros, carpetes e cortinas também ajudam a absorver o som, proporcionando um melhor conforto acústico.

3. Iluminação:
Um ponto importante ao definir os vãos é lembrar que quanto mais luz natural, menos vamos gastar com a luz elétrica no final do mês.

Vamos lembrar novamente da importância da face norte e do tamanho dos vãos nessa área para não gerar ambientes muito quentes. Para nos ajudar a criar ambientes sem umidade mas com uma temperatura adequada, temos abaixo uma tabela de relação do tamanho do ambiente por um tamanho ideal de janelas.
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4. Tipos de esquadrias:
Quando formos escolher o melhor modelo para a nossa casa temos que além de levar em consideração a parte técnica (funcionalidade, segurança e qualidade), considerar o estilo arquitetônico das peças, resumindo, precisa combinar com o resto da construção!

Temos abaixo desenhos dos tipos de esquadrias oferecidas no mercado, com várias opções de vidros, venezianas e telas, assim como acharmos melhor.
esquadrias

Custos: é importante lembrar que na hora de calcular o custo total das esquadrias precisamos considerar também o material que vai ser usado na instalação, como o cimento, areia, material de impermeabilização, espuma de poliuretano, tintas, vernizes, vidros e rejuntes. Assim teremos um orçamento mais real.

– Aço:
Bel e Tef - Atelier da Reforma - aço
Foto de casa.com.br

Vantagens: é a opção de menor custo entre os modelos pré-fabricados e também pode ser fabricada em tamanhos e formatos especiais, com linhas tanto retas como curvas. Além disso, é um material muito resistente, ideal para esquadrias grandes.

Desvantagens: é um material que oxida, portanto não é recomendável em regiões litorâneas.

Custo: além da própria caixilharia, temos o custo com a pintura, a instalação (com buchas ou grapas e argamassa) e a colocação do vidro em modelos sob medida. Alguns serralheiros entregam tudo junto.

Manutenção: é aconselhável passar duas demãos de esmalte sintético a cada 12 meses e lubrificar os rolamentos a cada 6 meses. Na limpeza, não devemos usar produtos agressivos, somente um pano com água e sabão neutro.

– Alumínio:
BeT - Atelier da Reforma - aluminio

Vantagens: é um pouco menos versátil e mais leve que o aço, porém possui uma boa durabilidade e resistência às intempéries.

Desvantagens: o preço alto, comparado à madeira e ao aço.

Custo: Esse material já vem pintado e possui muitas peças já prontas, o que reduz consideravelmente o custo. Para fixação vamos precisar de grapas e argamassa (areia e cimento).

Manutenção: é aconselhável limpar com um pano, água e sabão neutro e com um pincel nos cantos a cada 12 meses e em regiões litorâneas, a cada 3 meses.

– Madeira:
BeT - Atelier da Reforma - madeira

Vantagens: por ser um material mais nobre ela transforma o ambiente em um local mais sofisticado, além disso, nos proporciona muitas variedades de cores naturais e pintadas.

Desvantagens: devemos tomar cuidado quando o local apresentar muita humidade ou muitos cupins, nesses casos a madeira não é aconselhável.

Custo: as esquadrias prontas são mais baratas do que mandar fazer sob medida. Independente de qual escolher, ainda existem os custos das ferragens (dobradiças, fechaduras, trevas, fixadores e cremonas) que são compradas a parte. Além do material de instalação, vamos precisar de espuma expansiva ou tarugos e argamassa para o requadro os vãos.

Manutenção: sempre que necessário devemos retocar a pintura ou o verniz, quando estiver opaco. Limpar com uma flanela seca ou escova de pelo quando acumular pó.

– PVC:
BeT - Atelier da Reforma - pvc
Foto site vestapvc.com.br

Vantagens: o PVC é o melhor material encontrado hoje no mercado pois sua vida útil é muito longa e não sofre corrosão. Tem uma alta resistência à intempéries com um sistema de escoamento de água embutido, não amarela com o sol, tem um ótimo conforto acústico que pode chegar a 45 decibéis, além de um ótimo isolamento térmico reduzindo em até 40% o gasto com aquecedores e ar condicionados.

Desvantagens: O custo!

Custo: As janelas são compradas finalizadas, isto é, com vidros, ferragens, acessórios, buchas e espuma de poliuretano necessárias na instalação. O custo adicional vem da instalação e o transporte.

Manutenção: sempre que necessário usar uma flanela seca para tirar o pó. A limpeza mais pesada pode ser feita com sabão neutro, pano e água. O PVC é resistente a produtos de limpeza caso deseje usar, sua única contra indicação é o contato com acetona pois tem um efeito corrosivo.

Alguns fornecedores: Vestapvc, Tigre pvc, Yziplas, Euro system.
Bibliografia:

http://www.luminapvc.com.br/
http://www.esquadriasinovart.com.br/

Mãos à Obra pro: o guia do profissional da construção. Associação Brasileira de cimento Portland. São Paulo, Alaúde Editorial, 2013, volume 3.

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Como a iluminação muda os ambientes

Quando chega a hora de definir a iluminação de sua casa, é preciso saber quais sensações e efeitos que cada luminária vai nos proporcionar, pois a luz também faz parte da arquitetura, uma vez que modela os espaços.

Existem inúmeras formas, tamanhos e cores, são tantas opções que podemos nos confundir. Plafons, ventiladores de teto, pendentes, spots, dicroicas, arandelas, abajures, luminária de mesa, de piso, balizadores e pisca pisca, ufa!

Fizemos esse post para ajudar vocês na escolha de cada uma delas! 🙂

Lembrando que para criar ambientes legais com diversos efeitos de luz você precisará de um projeto de iluminação! Quer saber mais como funciona, leia o post: Planta de iluminação

Para te ajudar a botar em prática e comprar as luminárias ideais para a sua casa, separamos algumas lojas que gostamos muito de visitar em São Paulo nesse post: Lojas de luminárias que gostamos em São paulo. Bom Passeio! 🙂

Plafon:
São considerados Plafons as luminárias de teto não embutidas. Geralmente são usadas quando não é possível a instalação do forro de gesso e precisamos de um só ponto central que ilumina o ambiente como um todo. Diferente das embutidas há diversos modelos, quadradas, redondas, de metal e até mesmo tecido. Só temos que ter cuidado com um detalhe, quando o plafon tem as laterais fechadas, ele não joga a luz para o teto, mas a direciona para baixo como um pendente. Assim, se a intenção for criar um ambiente bem iluminado, o ideal é escolher planfons com laterais que também se iluminem. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de plafons
Bel e Tef Atelier da Reforma - plafon

 

 

 

 

Ventilador de teto:
Quando precisamos refrigerar um pouco o ambiente e não queremos recorrer ao ar condicionado temos a opção do ventilador de teto. Muito usado em praias e casas de campo, dão um ar relaxante ao local. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de ventiladores de teto
Bel e Tef Atelier da Reforma - ventilador de teto

Pendentes:
Quando estamos procurando uma iluminação mais direcionada o pendente é o ideal. Pode ser usado para iluminar uma bancada de trabalho ou um criado mudo, mas o seu papel principal geralmente é o da mesa de jantar. Como vendem separadamente, são luminárias que possibilitam brincadeiras podendo ser instaladas individualmente, várias uma ao lado da outra ou amarradas todas juntas como um cacho. Como são acesas poucas vezes e por um curto período de tempo, possibilitam a utilização de lâmpadas que consomem um pouco mais de energia, mas que são mais bonitas visualmente, porque geralmente ficam mais expostas no pendente. Exemplos: halógenas, incandescente, etc. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de luminárias pendentes
Bel e Tef Atelier da Reforma - pendentes
Spots:
Como é uma luminária direcionável, devemos usá-la sempre que precisarmos de um foco de luz em algum objeto. Elas podem ser instaladas individualmente ou em conjunto sob um trilho metálico. Por exemplo, podemos iluminar uma bancada de trabalho, roupas de um armário, individualmente na cabeceira da cama ou um cantinho de leitura. Além disso, eles são muito usados para dar destaque em obras de arte, remetendo uma galeria ou museu. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de Spots
Bel e Tef Atelier da Reforma - spots

Dicroicas e mini dicroicas:
Elas podem ser usadas de diversas maneiras, pois são um ponto de luz direcionável. Podemos por exemplo, deixá-las em grupos criando uma linha de luz ou isolada criando um foco específico, em um corredor criando uma luz mais difusa ou junto à parede criando o efeito wall washer, lavando a parede com o desenho da luz. Quando instaladas junto à parede, podemos criar uma parede de destaque com um painel de madeira, um revestimento de pedras ou até mesmo um bonito papel de parede. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de dicróicas e mini dicróicas
Bel e Tef Atelier da Reforma - dicroica
Arandelas:
Quando a intenção é dar charme à casa não há melhor opção.
São chamadas de arandelas todas as luminárias presas em paredes no alto. Geralmente são usadas para criar cenários mais íntimos com uma luz mais baixa e aconchegante. Elas podem iluminar tanto internamente quanto a parte de fora da casa e variam entre modelos mais tradicionais até designs mais interessantes.
Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de arandelas

Bel e Tef Atelier da Reforma - arandelas

Abajures:
São usados para criar um ambiente mais intimo. Ao lado da cama, apoiado no criado mudo, é a ultima luz a ser apagada e a que vai ajudar em uma leitura antes de dormir. Além do quarto, podemos criar ambientes aconchegantes em salas de estar ou até mesmo em cantinhos de leitura. Sendo uma das luminárias de efeito, a criatividade corre solta. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos abajures
Bel e Tef Atelier da Reforma - abajures

Luminária de mesa:
São geralmente usadas sobre uma mesa de escritório para iluminar a área de trabalho. Com diferentes cores e modelos é possível criar um ambiente mais aconchegante para quem gosta de trabalhar em casa sem a sensação de estar no escritório. Outro lugar, um pouco mais incomum de usá-las é apoiado no criado mudo ao lado da cama, criando um ambiente mais moderno e com uma ótima iluminação para quem gosta de ler antes de dormir. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de luminárias de mesa. 
Bel e Tef Atelier da Reforma - luminaria de mesa

Luminária de piso:
Sua função é muito parecida com as luminárias de mesa e abajures, mas em uma escala um pouco maior. Podem ser usadas da mesma forma que as de mesa, iluminando algum local de leitura ou como um abajur, iluminando de forma aconchegante um ambiente. Como é uma peça grande, cria ambientes mais trabalhados e dispensam um apoio.
Bel e Tef Atelier da Reforma - luminaria de piso

Balizadores:
Vamos usá-los sempre que precisarmos de uma iluminação baixa. São basicamente três modelos. Balizadores de parede, embutidos ou não, são usados geralmente para iluminar o piso, podemos ver muito em corredores e escadas. Balizadores de piso embutidos tem a função de iluminar o caminho, mas sua luz fica direcionada para cima. E balizadores de jardim, são pequenos postes de luz que exercem a mesma função, porém na área externa. Que ler mais sobre o assunto, veja o post: Tipos de balizadores
Bel e Tef Atelier da Reforma - balizadores

Pisca pisca:
Quem disse que pisca pisca só se usa no Natal?
Com essa pequena e delicada luz que se repete podemos criar espaços, eu diria, mágicos! 🙂
Veja o nosso post Tire o pisca pisca do armário!!! 
Bel e Tef Atelier da Reforma - pisca pisca
Leia também:

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Optical Glass House

A Optical Glass House está localizada em uma das ruas mais movimentadas do centro de Hiroshima, no Japão foi projetada pelo arquiteto Hiroshi Nakamura.opticalglasshouse_26

A  fachada é formada por mais de 6 mil blocos de vidro borossilicato, o mesmo material utilizado para equipamentos de laboratório e lentes de óculos, por sua resistência ao calor e à elementos quimicos.
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Os blocos de vidro, executados especialmente para este projeto, criam um filtro que permite ao mesmo tempo a visão do movimento da rua e entrada da luz natural, mas garante a privacidade e tranquilidade do ambiente interno.

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Equipe instalando a fachada de blocos de vidro.

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Na imagem da esquerda, podemos ver a entrada da casa e o jardim interno por trás da fachada de vidro no primeiro pavimento. Na imagem da direita, um detalhe da fachada.

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Na esquerda, uma foto da escada da casa, com a parede de vidro interna. Na foto da direita, o saguão de entrada da casa, mostrando  o piso de vidro do primeiro andar, que funciona como clarabóia.

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Vista da sala de estar,  jardim e fachada de vidro.  No fundo podemos ver o piso de vidro que funciona como clarabóiapara o saguão de entrada.

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Vista da sala de jantar a partir do jardim. Podemos ver a parede de vidro que permite a iluminação da escada.

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Vista da sala de jantar.

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Detalhe do painel da sala de jantar.

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Vista da sala de jantar, com sala de estar e jardim ao fundo.

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Dormitório no segundo pavimento com vista para a fachada de vidro.

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Banheiro com jardim privativo.

Todos os ambientes da Optical Glass House privilegiam a iluminação, por este motivo foram criados vários jardins internos e paredes transparentes. O resultado final foi um espaço tranquilo, que permite a percepção da alteração da luz natural no decorrer do dia.

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Planta do pavimento térreo

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Planta do primeiro pavimento

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Planta do segundo pavimento

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Corte longitudinal

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Detalhe da fachada de vidro

Referências:
http://www.designboom.com/architecture/hiroshi-nakamura-nap-optical-glass-house/
http://www.eye4design.com.br/projects/optical-glass-house
http://www.architectural-review.com/buildings/optical-glass-house-hiroshima-japan/8638709.article
http://dezeen.tumblr.com/post/41653582274/optical-glass-house-by-hiroshi-nakamura-nap
http://www.contemporist.com/2013/01/10/optical-glass-house-by-hiroshi-nakamura-nap/