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O que fazer com potes de vidro?

Uma amiga nossa começou a vender potes de salada. São super práticos e deliciosos! Após consumir a salada você devolve o vidro e ganha um desconto na próxima compra. Mas isto nos inspirou a escrever este post. O que fazer com os potes de vidro dos produtos não retornáveis?
potes de vidro

Veja algumas ideias interessantes:

A mais simples é lavar o vidro e reutilizar para guardar outros alimentos!
DIY potes de vidros

Podem virar vasos! Se for só para colocar flores não se preocupe com nada, mas caso escolha plantar, recomendamos que você faça um furo na parte inferior para que o excesso de água possa escorrer! Sem isso você pode “afogar” a sua planta e ela vai apodrecer!!! Sim, é possível fazer um furo, você vai precisar da furadeira, água e muito cuidado!
vaso

Se você colocar uma vela dentro ela vira uma lamparina!! Você pode desenhar, fazer uma colagem… Existem mil ideias!
Bom… como todo cuidado não é pouco, caso você faça uma lamparina, quando a vela estiver acesa lembre se que a parte de cima do vidro ficará MUITO quente!! Se precisar trocar de lugar segure na base, ok?
DIY potes de vidros

Se você aceitar um desafio um pouco maior pode transformar seu pote em uma luminária de verdade! Veja esse vídeo do Manual do mundo com o passo a passo:

DIY potes de vidros

Também funcionam como organizadores! Porta talheres, lápis, ferramentas, maquiagem…
DIY potes de vidros

Como organizadores eles podem ajudar bastante a arrumas as coisas de costura!
DIY potes de vidros

Aliás, você pode guardar qualquer coisa mesmo! rs
DIY potes de vidros

Se você tiver alguma ideia que não mostramos, mande para nós!! 🙂
Estamos juntando os nossos potinhos para aprontar aqui no Atelier!

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Reaproveitando a água da chuva!

Está chegando o outono e logo acaba o período de chuvas! Apesar da mídia ter reduzido a quantidade de noticias sobre este tema a crise da água não acabou!! Veja neste link a situação dos nossos reservatórios!

Faz um ano que instalamos um sistema de captação de agua da chuva aqui no escritório e só usamos ele para regar todas as nossas plantas e lavar o quintal e a calçada.
captação agua chuva

O sistema é bem simples. Você precisa interligar os tambores pela parte mais baixa e colocar uma torneira para ligar uma mangueira ou encher um regador (sinceramente nós preferimos abrir a tampa e mergulhar o regador no tambor para encher mais rápido).
Os que usamos tem capacidade de 25 litros. Nós compramos na Av. Ricardo Jafet por R$70,00 cada. Uma chuva de uns 30minutos enche os 3 tambores tranquilamente.
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IMPORTANTE: Nós temos problemas com dengue em SP! Não esqueçam de colocar uma rede na entrada de água para não entrar mosquito e de usar algum produto para limpar a água. Existe uma proporção de 1 colher de água sanitária (cândida) para uma garrafa de 2 litros água que você deve colocar no seu reservatório para inibir a proliferação de larvas de pernilongos sem danos para as plantas!!!
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O sistema não é mesmo muito bonito não… mas a consciência fica linda!!! rs
Veja algumas imagens do sistema instalado:

aparente
Os tambores podem ficar ao lado da casa. Em prédios eles podem ficar na área comum.

escondidos no jardim
Se for possível, instale no meio do jardim! Se o tambor for preto ou verde ele fica um pouco mais discreto.

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E por que não pintar?

Ainda dá tempo de fazer o seu e aproveitar as ultimas chuvas do verão! 😉
O nosso foi montado pelo nosso empreiteiro, o Daniel. Se precisarem de ajuda entrem em contato com a gente!
tel. 2274-8127 ou beletef.atelierdareforma@gmail.com

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Sugestões ecológicas para sua casa!

Esse é um daqueles posts eternos! Vamos sempre atualizar com ideias, móveis, equipamentos e peças,  que formos descobrindo!

INTERRUPTOR TIO
Bel e Tef - Atelier da Reforma - interruptor TIOBel e Tef - Atelier da Reforma - interruptor TIO 2

O interruptor TIO tem o formato de um fantasminha. Ele foi criado pelo designer britânico Tom Holley ganhou um prêmio de sustentabilidade em 2009. O motivo? Ele ajuda a ensinar as crianças a economizarem energia elétrica.
Esse fantasminha funciona da seguinte forma:
– Quando fica ligado por até uma hora ele fica na cor verde e sua carinha é feliz.
– Se ficar ligado entre uma e  quatro horas ele fica amarelo e com cara de assustado.
– Após oito horas ligado initerruptamente ele fica vermelho e bravo!

De acordo com o criador, ao demonstrar as emoções por meio de cores e expressões, as crianças serão incentivadas a utilizar a luz apenas no período necessário.

MÓVEIS NIDO CAMPOLONGO
Bel e Tef - Atelier da Reforma - NIDO 1
Estante de Anéis
O designer Nido Campolongo, também conhecido como “Artista do Papel”, trabalha com peças recicláveis desde 1994. O trabalho dele inclui luminárias, móveis e gravuras. Vale a pena conhecer! Nossas peças preferidas são o Pufe Balanço,a Luminária Cone e a Estante de anéis! 🙂
BeT - Atelier da Reforma - NIDO 2Pufe Balanço
BeT - Atelier da Reforma - NIDO 3Luminária Cone e Nido.

Site: http://www.nidocampolongo.com.br

PEÇAS PARA JARDIM DA TITHI
Bel e Tef - Atelier da Reforma - t4

A designer Tithi Kutchamuck desenvolveu essas duas peças super interessantes: Uma mesa com vaso que recolhe a água da chuva e excesso da rega da planta e um suporte para alimento para pássaros que usa a água da chuva para abastecer o bebedouro!
Bel e Tef - Atelier daReforma - t2
Bel e Tef- Atelier da Reforma - tt1
Bel e Tef- Atelier da Reforma - t3
Confiram o site dela: http://www.tithi.info/

 BACIA ECOLÓGICA
Bel e Tef - Atelier da Reforma - Bacia Rocca
Este modelo de bacia da Rocca apresenta uma solução SIMPLES: Instalaram uma torneira que utiliza a água limpa da caixa acoplada (que seria desperdiçada) para que o usuário possa lavar as mãos. 
Esse sistema permite a economia de no mínimo 25% da água que seria utilizada se a pia e o vaso estivessem separados.
Veja um outro exemplo com a mesma ideia:
Bel e Tef - Atelier da Reforma - bacia ecologica 2
Agora a questão é o que fazer com o espaço que vai sobrar no banheiro! 🙂

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Que tal usar um Piso Drenante?

Bel e Tef Atelier da Reforma - piso drenante 1

Os pisos drenantes permitem a permeabilidade da água e sua absorção pelo solo.

Esses materiais vêm tomando cada vez mais espaço na construção, pois além do apelo ecológico (alguns permitem mais de 90% de permeabilidade da água), são antiderrapantes, não exigem mão de obra especializada (um bom pedreiro com experiência em assentamento de pisos consegue instalar) e têm um efeito muito bonito quando aplicados.

Como o principal apelo deste material é a permeabilidade, ele não deve ser assentado com argamassa sobre contrapiso, pois assim perderia a principal função.
Bel e Tef - Atelier da Reforma - piso_ecologico

Imagem retirada do site da Tecpav.
Bel e Tef - Atelier da Reforma - Concessionária Via Italia Avenida Brasil - São Paulo - braston

Como instalar o piso drenante:

– Compactar o solo;

– Aplicar uma camada de aproximadamente 12cm de brita grossa e fina;

– Aplicar uma camada de 7cm de areia média ;

– Assentar o piso sobre a areia.

Bel e Tef - Atelier da Reforma - como instalar piso drenante

Também pode ser aplicado como piso elevado, como na imagem abaixo (retirada do site da Branton).

OBS.:

– O piso drenante é normalmente composto de concreto e fibras naturais, portanto  é áspero e não indicado para áreas de lazer de crianças e pistas de corrida! Para estes  casos, existem opções com a mesma qualidade, mas com toque mais macio, como o PisoLeve, que é feito 100% de pneu reciclado.

– Cuidado ao comprar e especificar! Este piso tem espessuras diferentes para os seguintes usos: passeio de pedestres e circulação de veículos. Normalmente para espaços com baixo tráfego, a espessura é de 6cm, e para garagens, a espessura utilizada é de 8cm.

Video:

Veja algumas opções de fornecedores:

Braston:  http://braston.com.br/  (linha megadreno)

Solarium: http://www.solariumrevestimentos.com.br  (linha drenaggio)

Gyotoku: http://www.gyotoku.com.br  (linha drenac)

PisoLeve :  http://www.pisoleve.com.br/

Drenaltec:  http://drenaltec.com.br/   (linha drenantes)

Tecpav:  http://www.tecpavi.com.br  (linha pisos drenantes)

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Optical Glass House

A Optical Glass House está localizada em uma das ruas mais movimentadas do centro de Hiroshima, no Japão foi projetada pelo arquiteto Hiroshi Nakamura.opticalglasshouse_26

A  fachada é formada por mais de 6 mil blocos de vidro borossilicato, o mesmo material utilizado para equipamentos de laboratório e lentes de óculos, por sua resistência ao calor e à elementos quimicos.
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Os blocos de vidro, executados especialmente para este projeto, criam um filtro que permite ao mesmo tempo a visão do movimento da rua e entrada da luz natural, mas garante a privacidade e tranquilidade do ambiente interno.

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Equipe instalando a fachada de blocos de vidro.

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Na imagem da esquerda, podemos ver a entrada da casa e o jardim interno por trás da fachada de vidro no primeiro pavimento. Na imagem da direita, um detalhe da fachada.

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Na esquerda, uma foto da escada da casa, com a parede de vidro interna. Na foto da direita, o saguão de entrada da casa, mostrando  o piso de vidro do primeiro andar, que funciona como clarabóia.

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Vista da sala de estar,  jardim e fachada de vidro.  No fundo podemos ver o piso de vidro que funciona como clarabóiapara o saguão de entrada.

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Vista da sala de jantar a partir do jardim. Podemos ver a parede de vidro que permite a iluminação da escada.

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Vista da sala de jantar.

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Detalhe do painel da sala de jantar.

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Vista da sala de jantar, com sala de estar e jardim ao fundo.

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Dormitório no segundo pavimento com vista para a fachada de vidro.

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Banheiro com jardim privativo.

Todos os ambientes da Optical Glass House privilegiam a iluminação, por este motivo foram criados vários jardins internos e paredes transparentes. O resultado final foi um espaço tranquilo, que permite a percepção da alteração da luz natural no decorrer do dia.

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Planta do pavimento térreo

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Planta do primeiro pavimento

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Planta do segundo pavimento

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Corte longitudinal

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Detalhe da fachada de vidro

Referências:
http://www.designboom.com/architecture/hiroshi-nakamura-nap-optical-glass-house/
http://www.eye4design.com.br/projects/optical-glass-house
http://www.architectural-review.com/buildings/optical-glass-house-hiroshima-japan/8638709.article
http://dezeen.tumblr.com/post/41653582274/optical-glass-house-by-hiroshi-nakamura-nap
http://www.contemporist.com/2013/01/10/optical-glass-house-by-hiroshi-nakamura-nap/

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Fazendas verticais: uma nova solução para a implantação de agricultura nas cidades

A cada dia que passa a população mundial aumenta. Em 2050 a previsão é de cerca de 9 bilhões de pessoas, onde pelo menos 80% viverão nas grandes cidades. Estima-se que 80% das terras cultiváveis no mundo já estão em uso.

Nas grandes cidades o problema gerado é outro: um alto índice de desperdício de alimentos por parte de seus moradores, além de terem muitos problemas de transito e poluição quando os alimentos que são produzidos nas fazendas de sua periferia são  transportados para abastecer o centro comercial.

Podemos observar que algumas cidades hoje em dia já perceberam a gravidade desde fato e estão tomando providências como, por exemplo, o incentivo da produção caseira de alimentos com hortas até mesmo em varandas. Porém, a solução futura para esse nosso problema, segundo Dickson Despommier, professor de saúde pública da Universidade Colúmbia, em Nova York, são as chamadas ‘Fazendas verticais’. Elas se baseiam em prédios onde podem ser plantadas árvores frutíferas, vegetais, gramas e criação de peixes e pequenos animais que serviriam para alimentar cerca de 10 mil pessoas todo mês.

Vale a pena lembrar que dependendo das condicionantes onde o projeto for implantado, teria que ser feita uma análise climática e uma pesquisa local para não interferir economicamente no sistema já existente da região.  Segundo Augustin Rosenstiehl, do Atelier SOA Architects, de Paris, ao jornal The New York Times em julho de 2008, “Uma fazenda vertical precisa ser adaptada para um lugar específico”.

Alguns cálculos de custo já foram feitos e estima-se que seria necessário cerca de 200 milhões de dólares para estruturar uma unidade. Se levarmos em consideração os gastos e benefícios em longo prazo que as cidades teriam, poderemos perceber que economizaríamos muito, além de proporcionar uma qualidade de saúde muito melhor para os habitantes.

Vantagens da instalação de fazendas verticais:

  • Como o edifício estaria localizado próximo ao seu público final, a cidade economiza dinheiro e energia, pois hoje é necessário levar os alimentos da periferia para os grandes centros urbanos comerciais, incentivando ainda mais o consumo natural ao invés de produtos industrializados.
  • Seria estabelecido um microclima controlado, com isso, não dependeríamos de fatores como o clima e solos férteis, podendo ter uma produção contínua. Além disso, as plantações estariam menos sujeitas às pragas e insetos, sendo possível a produção de alimentos orgânicos, melhorando assim a saúde da população.
  • Em termos de ecologia, esses edifícios nos ajudariam na manutenção da qualidade de nossos lençóis freáticos e as bacias hidrográficas, pois os agrotóxicos dessas práticas não entram em contato com o solo.
  • Ajudam a resolver problemas de poluição do ar, melhorando o clima e diminuindo o efeito das ilhas de calor.
  •  Segundo o professor Despommier, esse sistema pode ajudar a reduzir a tensão ambiental, possibilitando o reflorestamento das terras utilizadas para plantio.
  • Socialmente, é uma boa solução para gerar emprego para as pessoas que migram do campo para a cidade buscando uma melhor qualidade de vida, pois essas podem trabalhar em sua área de atuação e se especializar na mesma.
  • Essa construção poderia também ajudar na revitalização de áreas degradadas, pois trazem vida para o local.

Como funciona o sistema do edifício:

Os edifícios são geralmente elaborados no formato de rampa circular ou em patamares setorizados. O fato de ele ser redondo, ajuda na melhor captação de luz o dia todo para as plantações. De cima para baixo, na cobertura há um sistema de captação de água pluvial, essa que será usada para a irrigação de todo o complexo. Alguns projetos preveem também turbinas eólicas para a captação de energia, além dos painéis solares. Ao longo do edifício localizam-se as plantações e nos primeiros pavimentos, os berçários, local de germinação dessas. O térreo do prédio seria um grande mercado onde os produtos seriam comercializados. Há outros usos que poderiam ser incorporados, como uma escola de agronomia e laboratórios de pesquisa, fator muito válido quando percebemos que para o sistema funcionar é preciso uma mão de obra qualificada e especializada. Por outro lado, há outros projetos que pretendem mesclar habitações e escritórios nos edifícios.

Toda a tecnologia necessária seria introduzida, como por exemplo, as janelas seriam tratadas com um produto químico que bloqueiam poluentes e as impermeabiliza. Além de captarem a umidade do ar para transformar em água potável. Haverá um sistema elaborado de renovação de energia, ciclagem de água, compostagem de resíduos orgânicos para adubar, etc. Em alguns casos, há projetos que possuem um sistema de tratamento de águas de esgoto, onde ‘água negra’ é transformada em ‘água cinza’, possível de ser utilizada na irrigação e o metano é usado para gerar energia.

Tendo em vista o futuro da humanidade, esse tipo de projeto com certeza terá de ser implantado nos anos que se seguem, quando a escassez de terra não encontrar mais solução. É importante lembrarmos que como arquitetos, podemos contribuir muito com o futuro, ao desenvolver edifícios e pensar em novos sistemas que atendam essas necessidades.

Alguns exemplos de Fazendas Verticais:

Arq Vikas Pawar, Norte da Índia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dragonfly Vertical Farm, NY | Escritório belga Vincent Callebaut Architectures
Behive Tower, assinado pela dupla de arquitetas Rory Newel e Lucy Richardson
Atelier francês SoA architectes